Aprendendo com quem sabe: Jorge Cativo

thalitaHoje temos uma entrevista com um cara muito especial: Jorge Cativo! Um bibliotecário  que mora em Manaus e tem uma história super bacana e inspiradora! Tive o prazer de conhece-lo no último CBBD, e tenho certeza que vocês vão gostar muito do que ele tem para compartilhar!

Pra começar: Como você se interessou pela faculdade de biblioteconomia? E como foi sua trajetória na universidade ?

Minha trajetória na Biblioteconomia pode ser dividida em dois capítulos:

Primeiro capítulo

Influenciado por ter começado a estudar informática a partir dos 12 anos e as consequências e escolhas vindas disso: entrar no mercado de trabalho informal, fazer um nível médio técnico aprendendo mais sobre redes, programação, manutenção, internet; ou informação, as bibliotecas e uma visão além, houve um dia em que chegou a hora de decidir uma profissão e um curso superior na graduação para cursar e formar.

Atuando com informática desde cedo, achei que a escolha seria Ciência da Computação e não a Biblioteconomia. Apenas achei. Eu estava enganado.

Embora também gostasse de livros, de leitura e fosse neto de um poeta e autor sempre lembrado da letra do hino do Amazonas – Jorge Tufic – que sempre despertava em mim um orgulho imensurável e um sentimento de que bibliotecas eram especiais e significativas simplesmente por reunir suas obras – ele tem até biblioteca no nome dele – minha escolha foi primeiro pela Informática.

Por ironia do destino, seria aprovado primeiro em Biblioteconomia e não em Ciência da Computação ao fazer vestibular e escolher minhas prioridades nas opções de curso. O ano era 2001, fiz dois períodos do curso de Biblio, mas no ano seguinte ao prestar novo vestibular, outra vez para Ciência da Computação, fui aprovado em duas instituições.

Veio uma enorme pressão da família e dos amigos e a primeira decisão importante na vida deveria ser tomada. Com ela, considerem o fim de uma fase e do primeiro capítulo sobre a Biblioteconomia na minha vida. Deixar ou não o curso de Biblioteconomia e fazer Informática?

Optei pela Ciência da Computação e quando formado, depois de ter inúmeros empregos na iniciativa privada, sentia uma infelicidade interior se unido aos baixos salários e a um grande número de profissionais burocratas que faziam da profissão, algo que definitivamente não precisava ser ou fazer atuando!

Sentia que algo lá dentro parecia dizer:

– Volte a fazer Biblioteconomia Jorge. Você é feliz trabalhando com informática? Por que não voltar e concluir o curso de Biblio?

Segundo Capítulo

Oito anos depois e inúmeras experiências com a informática como profissão, o ano de 2009 acabava e decidi voltar. Faria o Enem, iria voltar ao curso e dessa vez, concluí-lo. Eu queria aquilo e embora ninguém entendesse o porquê da escolha, ali estava eu, aprovado e de volta ao Curso de Biblioteconomia da UFAM em 2010.

Aproveitamento de disciplinas já cursadas realizado com sucesso, iniciei o curso a partir do terceiro período. Detalhe: durante a espera do aproveitamento, ainda cursando as disciplinas como calouro, conheci a mulher, aluna do curso e hoje Bibliotecária também concursada, com quem casei e hoje é minha esposa e também um presente de Deus vinda por intermédio da Biblioteconomia: Edinara Cativo.

Ao voltar para o curso, imaginem que minha mentalidade sobre o papel e a importância da universidade era outro, precisava aprender além, não me limitar ao ensino, participar de atividades de pesquisa e extensão, desenvolver atividades práticas, conhecer e me deparar com pessoas que outrora estudei e hoje eram profissionais … Minha percepção havia sido literalmente modificada.

Outro marco que recordo foi ter presenciado em meu regresso, praticamente todos os profissionais da turma do ano de 2001 atuando, bem empregados e consequentemente bem sucedidos, imaginei. Alguns na docência, na chefia de bibliotecas em instituições públicas e outros nas muitas instituições com bibliotecas de Manaus.

A união daquilo tudo me fazia assistir aulas com uma sensação de também poder chegar lá: aulas eram gravadas, frequentava diariamente a biblioteca, muita leitura, tempo dedicado na criação de mapas mentais, reunião de fontes, fins de semana com estudos em grupos com alguns amigos, elaboração de resumos, resenhas e a decisão por opção de andar com pessoas com objetivos e propósitos comuns aos meus no curso.

Nada de perder tempo. Afinal, o foco era ter meu diploma reconhecido pelo MEC e uma preparação adequada para prestar concursos públicos.

Alguns aliados ajudaram bastante e devem ser lembrados: conheci e aprendi muito com os mantras e as técnicas de estudo e realização de provas de um juiz federal chamado Willian Douglas – conhecido como guru dos concursos. Li todos os seus livros. Comprei materiais e livros publicados do grande parceiro Gustavo Henn. Sou fã de Thalita Gama e sua iniciativa de ministrar aulas preparatórias para concursos. Acreditem: não há dinheiro que pague poder fazer um curso desses.

Enfim, sentia-me feliz na nova fase e a cada dia com o aprendizado aumentando e o desejo de ir além da sala de aula, tudo que me fizesse aprender mais, eu buscava!

Três anos depois em 2013, receberia o diploma em colação especial adivinhem o porquê? Já na graduação tive as primeiras 4 aprovações – tendo perdido as oportunidades de assumir em uma por ainda não ter diploma, em outra formalizando pedido de final de fila, e ainda pedindo prorrogação de posse e perdendo-a futuramente. Na última delas, finalmente consegui antecipar defesa de TCC, receber o diploma e começar a atuar.

E como surgiu o interesse nos concursos públicos?

O interesse surgiu pelo desejo de ter um futuro melhor, trabalhando menos e recebendo um salário que me permitisse ter uma casa, ajudar na renda da família e principalmente, atuando com algo que me realizasse.

Cheguei a atuar no serviço público municipal na área de informática e percebi os muitos estereótipos que vinculavam o funcionário público além da estabilidade e da garantia de um emprego. Outras razões que posso mencionar são:

* Os baixos salários no serviço privado. Imaginem que chegava a fazer cálculos do tipo: se em um ano, ganhando mil por mês, receberia 12 mil. Concursado, se ganhasse 5 mil por mês, em três meses teria 15 mil. Trabalhar um ano ou o equivalente salarial em apenas 3 meses?

* A comprovação de que algumas pessoas tinham passado os mesmos quatro anos na graduação que eu e atualmente trabalhavam pouco recebendo valores inimagináveis (por mérito ou não)! Já sabia o que era trabalhar muito de segunda a sábado nas lojas de informática, nas empresas fazendo manutenção de computadores e até acreditando que a vida de bicos me era suficiente.

* Inegável afirmar também que o fato de ver sempre vagas em concursos para Biblioteconomia enquanto ainda fazia informática, também influenciaram bastante no desejo de fazer concursos.

Como você começou a se organizar para os estudos de concurso? Encontrou dificuldades?

Comecei os estudos, comparando ementas das disciplinas do Curso de Biblioteconomia da UFAM com os assuntos que eram cobrados em concursos da área. Precisava antecipar e até querer prever os conteúdos ministrados pelos professores do curso. Além disso, precisava saber se seriam ou não exigidos nas provas. Seria fundamental tentar coincidir o que bancas em seus editais, trariam nas questões de suas provas e o que me era necessário aprender!

A partir disso, passei muitas aulas da graduação fazendo mapas mentais, resumos, resenhas. Devo ter elaborado uns 200 mapas, tenho áudios de quase todas as disciplinas, todas hierarquizadas em temáticas e associadas aos conteúdos que sei serem inevitavelmente cobrados em concursos a partir do edital. Assuntos de um edital, organizava mentalmente e todos os assuntos, aulas, fontes, mapas e áudios vinham em minha mente e memória.

Passei inclusive a aprender mais sobre o funcionamento do cérebro, sobre redes neurais, aprendi algumas coisas sobre concentração e funcionamento da memória. Precisei usar processos mnemônicos, criar jogos com questões de provas, fazer quizz de questões em flash e o melhor, fazia tudo aquilo com uma vontade de um dia conseguir ser aprovado!

Confesso a vocês – que isso não saia desse site – que andava com gravador carregado ao vagar pela Universidade e até alguns diálogos de corredores com professores como Célia Simonetti Barbalho, Tatiana Brandão Fernandes e Raimundo Martins de Lima, ajudavam muito no manter ou reformular concepções sobre a área. Nessa época assisti um vídeo de outro grande referencial que impactou positivamente em minha carreira de estudante: Daniela Spudeit! Tudo que pensei que sabia sobre a Biblioteconomia foi marcado pelo antes e depois de tudo que ela já publicou! Passei a sonhar que um dia eu a conheceria e escreveríamos um artigo juntos.

Outra tarefa importante em meu aprendizado, foi mapear algumas fontes pertinentes e cobradas em concursos. Para isso, editas com bibliografia recomendada me fizeram construir uma bibliografia de biblioteconomia para concursos por temática.

Além disso, tive a necessidade de mapear bancas e com elas, questões exigidas e os assuntos, sempre relacionando-os ao método de hierarquizar por temáticas, fazendo muitas provas anteriores daquela banca!

Tinha uma bibliografia, um gravador, um local adequado de estudo e pensei…

– Preciso de uma técnica para fazer provas.

Começar com questões que sabia resolver, não perder tempo com questões que não lembrava de imediato a resposta e a resolução da prova na ordem da hierarquia dos estudos – e não na ordem com que a banca exigia.

Dificuldades? Sim! Muitas! Não era fácil ter que filtrar pessoas com os mesmos objetivos que eu: estudar! Aprender a dizer não para festas, para alguns amigos que gostavam daquela cervejinha.

Ser aprovado em um concurso e lidar com a reprovação foi muito frustrante. Não sabia como lidar com aquilo. Não sou fruto apenas do Jorge Cativo que passou em alguns concursos. Precisei aprender a lidar com a derrota e aprender que reprovar me ensinaria a ajustar algo que ainda faltava ajustar. Era um laudo vivido na pele.

Aprovação é fruto de algum tempo e trabalho como diria Willian Douglas. Muitas de suas máximas ou mantras viveram na ponta da língua por meses. Afinal, acreditava mesmo que “quem com concurseiros anda, em concurso passa!”

Outra dificuldade identificada: não adiantava quase gabaritar a prova de Biblioteconomia, conhecer a lei de lotka de Gustavo Henn com relação à Biblioteconomia errando duas, três, no máximo quatro questões e estar na média de aprovação de 80% da prova e me dar mal nas provas de Língua Portuguesa e Raciocínio Lógico.

Já fiz alguns concursos durante os últimos 4 anos. Tive 4 reprovações entre os 25 concursos prestados. Entre os motivos das 4 reprovações, mesmo acertando em uma das provas 90% de questões de conhecimentos específicos e errando apenas 2 questões de 20, adivinhem o que me prejudicou?

Fui reprovado na prova de Língua Portuguesa não tendo atingindo os 60% que a banca exigia. Aquela prova e uma única questão de Língua Portuguesa que me faltou, me fizeram perceber que não bastava ter conhecimentos apenas na prova de conhecimentos específicos. Ouvi muitas piadas por conta daquele concurso, afinal, onde estava o concurseiro que passava em todos os concursos? Eu havia aprendido duas lições.

A primeira: nunca deixaria de estudar, fazer concursos e estar renovando meu conhecimento. E para isso, a maratona de concursos é interessante em todos os aspectos. Além disso, provas são laudos que dizem qual o nível de seu aprendizado. Nunca deixem de estudar, aplicar algumas técnicas de estudo e estar sempre pelas salas fazendo provas. Já não faço provas só por querer passar (atualmente já estou empregado), mas por algo novo que aprenda, pela experiência de inúmeros detalhes que antes não percebia: desde a publicação de critérios para aprovação no edital, a banca, o seu site e prazos, a existência de provas de títulos, os critérios de eliminação, no dia das provas a postura de fiscais, da infraestrutura de salas, do comportamento nervoso de alguns candidatos, dos tipo de questões nas provas, do momento ideal para preencher o gabarito e claro, o prazer de conferir o gabarito e entrar com recursos em questões que durante a prova já sinalizava que seriam passíveis de recurso.

A segunda: eu precisava usar as mesmas técnicas da Biblio, agora com o nosso Português e por que não Raciocínio Lógico. Descobri que os anos na Ciência da Computação haviam garantido algum conhecimento sobre a informática e não teria grandes problemas de ser eliminado pelo menos. Gravador, mapas, resumos, e acreditem: passei a frequentar cursinho com o grande professor Pedrosa em Manaus. Conheci Adriana Figueiredo e sua gramática, Flavia Rita com sua didática e metodologia incríveis… Muitas manhãs com as aulas de Língua Portuguesa deles! Passei a assistir vídeos aulas e comprar gramáticas que se aproximavam de uma proposta de estudo por hierarquização das 5 partes da gramática de forma resumida, clara e objetiva. Hoje até começo uma prova sempre pelas questões de Língua Portuguesa!

A partir disso, passei a fazer muitas provas e me sentia cada vez mais preparado para repetir a chamada curva do conhecimento mencionada por Willian Douglas.

Sensacional Jorge, agora conte um pouco das suas aprovações!

Aprovações são fruto de muita dedicação e muito estudo. É preciso aprender o significado de procrastinação e evita-la ao máximo. Há 3 anos me vi no dicionário entendendo seu significado para só então colocá-la em prática. Na graduação quando passei no primeiro concurso e sabia que não poderia assumi-lo, fui estimulado a estudar ainda mais. Era desafiado ainda mais a ter meu diploma e poder um dia assumir um cargo público e atuar profissionalmente nas condições salariais que havia sonhado.

O concurso deve ser tido como uma maratona e aprovar é como pensar na reta final dela imaginando que você está bem preparado e acredita fidedignamente que tem potencial para vencer!

Consegui ser aprovado em 21 concursos, dos 25 que prestei. Já fui aprovado e já atuei nas três esferas e nas áreas de Informática e Biblioteconomia. Eis alguns:

UFAM(10)-Biblio, UFAM (1)-Biblio, TRE(1)-Biblio, INPA(2)-Biblio, SEMED(27)-Biblio, SEDUC(12)-Biblio, SEMSA(6)-Info, Manaus Energia(14)-Info, IMPLURB(2)-Biblio, HUGV-Biblio (2), IFAM(2)-Biblio, PM-IRANDUBA-Info(1), PM-IRANDUBA-Biblio(1), SEC(1)-Info.

Uma coincidência memorável nessa trajetória diz respeito ao meu atual parceiro de trabalho no INPA: o bibliotecário e poeta Inácio Oliveira Lima Neto. Vocês lembram do meu avô como uma das razões para talvez querer fazer Biblioteconomia? O destino trouxe um poeta e bibliotecário para atuar junto comigo. Querem outra coincidência? Passamos duas vezes em concursos consecutivos apenas alternando primeiro e segundo na Universidade Federal do Amazonas e no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, onde trabalhamos. Dois concursos públicos federais consecutivos. Incrível isso não é?

Pra terminar ,qual dica você daria para quem está começando a estudar ou já está nesse caminho a algum tempo?

Deixarei 8 dicas a pedido da nossa Santa Biblioteconomia:

Para quem começa os estudos:

1. Querer passar é o primeiro passo. Não deixem nenhuma oportunidades de fazer um concurso por acharem que estão em período x ou y; ou por não terem diploma; ou por não querer gastar o dinheiro do valor da inscrição. Tirar o NIS (informem-se sobre) pode ser uma boa saída para aqueles que não tem renda e podem conseguir a isenção da inscrição. Só faz concurso quem se inscreve e se prepara com antecedência.

2. Aprenda a dizer não! Será necessário! Para isso, criem filtros e percebam quem e o quê é aliado ou atrapalha na busca por sua aprovação. Identifiquem fatores que ajudam ou afastam você do seu objetivo de aprovar. Neil Gaiman explica!

3. Ter um espaço apropriado para os estudos é importante, portanto, iluminação, clima, mobiliário devem ser observados como fator de aprendizado. Conheço gente que se não tem essas condições em casa, busca bibliotecas e casa de amigos, mas sabe que aquele vizinho barulhento, a lâmpada do quarto, a cadeira da sala irão influenciar no seu aprendizado;

4. Escolham fontes indispensáveis e exigidas para cada temática dos editas. Lembrem da bibliografia, dos editais hierarquizados! Além disso, existem profissionais que possuem dicas, técnicas, assuntos e a experiência necessária para reunir e sintetizar conteúdos que realmente estão presentes em provas. Apostilas como a do aulão de Thalita Gama podem ser fundamentais;

5. Estudos em grupo com pessoas que também querem passar em concursos, podem facilitar o processo de aprendizagem; Aprendam os “mantras” de Willian Douglas!

6. Descubram métodos de aprendizado que vão além da simples busca e leitura de fontes: mapas mentais, resumos, resenhas, vídeo-aulas, áudios, aulas presenciais são formas importantes de identificarem se aprendem melhor explorando visão, audição ou ambos.

7. Provas anteriores são essenciais para a familiarização com assuntos, temáticas e a própria identificação da tipologia das questões;

8. A recompensa é e sempre será maior do que todo sacrifício que imaginarem passar. Pensem na linha de chegada da maratona e na posição que podem estar!

Para quem já está nesse caminho a algum tempo:

1 O início dos estudos não deve depender de edital aberto;

2 Técnicas de estudo, sozinhos ou em grupo e realização de provas anteriores são essenciais para melhorar seu desempenho e também conhecer as bancas;

3 Seu maior concorrente é você mesmo, por isso, nada de pensar que a culpa é do outro, ou que esse outro é seu concorrente. Assim como uma maratona, aquele que melhor preparado estiver, terá maior chances de ser um vencedor;

4 Sua colocação final no concurso deve ser um parâmetro para rever ou não suas práticas e suas técnicas de estudo;

5 Lembrem-se que a cada dia alguém começa a estudar e o tempo de estudo é fundamental para conseguir assimilar assuntos exigidos em uma prova;

6 Comecem a estudar o que menos sabem e não esqueçam que Língua Portuguesa e Raciocínio Lógico também são disciplinas importantes embora tenham peso menor;

7 A fila anda e é inevitável que sua vez chegue. Tempo e muito trabalho são necessários e quando aprovar e for convocado, tenha convicção e certeza de que ocupará um cargo púbico por méritos próprios;

8 Por fim, se a vaga não vier, aprenda que a reprovação tem que ser tida como um laudo positivo que apontará onde podemos ser melhores e não temos sido!

Por fim, lembram do sonho de conhecer e escrever um artigo com Daniela Spudeit? Esse eu já realizei! Acreditem e busquem a realização de seus sonhos! Desejo foco e muito sucesso a todos que estão na luta por um lugar ao sol. As bibliotecas precisam de inovação e renovação e uma nova geração de profissionais tem começado inúmeras mudanças necessárias, por méritos próprios, a partir das vagas nos inúmeros concursos e das vagas que continuarão existindo no serviço público.

Concursos em 2016? Já vimos que a crise não impedirá servidores de se aposentarem – mesmo que compulsoriamente, muito menos novas vagas serem criadas pelas necessidades das instituições públicas, principalmente as de ensino e pesquisa do país.

Vou me despedir agradecendo a iniciativa esse espaço da Santa Biblioteconomia pelas duas Thalitas, uma com, outra sem h. Sou um grande fã desse projeto! Espero ter ajudado alguém partilhando um pouco de minha trajetória profissional e da experiência na aprovação em alguns concursos. Fico à disposição para ajudar qualquer um dos muitos concurseiros desse Brasil que na maratona de estudos e provas, sabem bem onde querem e podem chegar!

Foco sempre!!!

Jorge Cativo

Mapas mentais que o Jorge disponibilizou para vocês: 

FGV - EDITAL

RESUMO

PROCESSO DE REFERENCIA

SR - PROCESSO DE REFERENCIAObrigada pela entrevista, foi muito generosa (:  Seguimos nos estudos!

Ranganathan não faz milagre, estudar sim!

Thalita Gama

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3 thoughts on “Aprendendo com quem sabe: Jorge Cativo

  1. Show esse depoimento de mais um bibliotecário vencedor! Obrigada por compartilhar suas experiências conosco através desse Blog e obrigada às moderadoras por nos apresentá-lo!
    Foco e Persistência, esse é o lema!

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