Agenda de cursos PRESENCIAIS Santa Biblioteconomia

PREPARATÓRIO FIOCRUZ (1)

Olá, divulgando a agenda de cursos presenciais do Preparatório Santa Biblioteconomia. Estou muito feliz em poder levar o curso a outras cidades! Qualquer dúvida por favor entre em contato por e-mail! 

 

17,18 e 19/10/2016 – MANAUS – QUESTÕES CLÁSSICAS DA BIBLIOTECONOMIA – INTENSIVO 

1. Read more books2. Get a new hobby3. Try rock climbing4. Be more creative

Local: Em breve 

Data: 17, 18 e 19 de outubro de 2016 de 18h30 às 21h 

Conteúdo da aula: Apresentação das questões mais clássicas nos concursos de biblioteconomia de forma otimizada e organizada. Todas as questões vem em uma apostila que será entregue no primeiro dia de aula, todas comentadas.  Material exclusivo para esse curso. 

Investimento: À vista 150,00  –  Parcelado 200,00

Para realizar sua inscrição mande um e-mail para: santabiblioteconomia@gmail.com  E no título ponha o nome do curso. 

 

29/10/2016 – RIO DE JANEIRO – PREPARATÓRIO PARA FIOCRUZ – AUXILIAR DE BIBLIOTECA

1. Read more books2. Get a new hobby3. Try rock climbing4. Be more creative (1)

Endereço: Praça Ana Amelia, 9, 2 andar – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20020-040. Ponto de referência: Terminal de ônibus da rua Santa Luzia e Bob’s. Para quem vem do metrô a estação mais próxima é a Cinelândia, basta seguir no sentido da Rua Santa Luzia. 

Será de 9h às 17h com 1h de almoço (11h e 15h vai ter um intervalo de 10 minutos pro café!)

Conteúdo da aula: Aula expositiva, exercícios e apostila inclusa. Material exclusivo para esse curso. 

Investimento: À vista 150,00  –  Parcelado 200,00

Ex- Aluno: à vista 130,00 – Parcelado 180,00

Para realizar sua inscrição mande um e-mail para: santabiblioteconomia@gmail.com  E no título ponha o nome do curso. 

 

17/12/2016, 7 e 14/01/2017 – RIO DE JANEIRO – PREPARATÓRIO PARA IFRJ

1. Read more books2. Get a new hobby3. Try rock climbing4. Be more creative (2)

Endereço: Praça Ana Amelia, 9, 2 andar – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20020-040. Ponto de referência: Terminal de ônibus da rua Santa Luzia e Bob’s. Para quem vem do metrô a estação mais próxima é a Cinelândia, basta seguir no sentido da Rua Santa Luzia. 

Será de 9h às 13h com um intervalo de 15 minutos pro café!)

Conteúdo da aula: Aula expositiva, exercícios e apostila inclusa. Material exclusivo para esse curso. 

Investimento: À vista 300,00  –  Parcelado 350,oo

Ex- Aluno: à vista 280,00 – Parcelado 330,00

Para realizar sua inscrição mande um e-mail para: santabiblioteconomia@gmail.com  E no título ponha o nome do curso. 

 

28/01/2017 e 04/02/2017 – RIO DE JANEIRO  – PREPARATÓRIO PARA IFF 

1. Read more books2. Get a new hobby3. Try rock climbing4. Be more creative (3)

Endereço: Praça Ana Amelia, 9, 2 andar – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20020-040. Ponto de referência: Terminal de ônibus da rua Santa Luzia e Bob’s. Para quem vem do metrô a estação mais próxima é a Cinelândia, basta seguir no sentido da Rua Santa Luzia. 

Será  de 9h às 13h no dia 28/01 e de 9h às 17h no dia 04/02 com 1h de almoço (11h e 15h vai ter um intervalo de 10 minutos pro café!)

Conteúdo da aula: Aula expositiva, exercícios e apostila inclusa. Material exclusivo para esse curso. 

Investimento: À vista 300,00  –  Parcelado 350,oo

Ex- Aluno: à vista 280,00 – Parcelado 330,00

Para realizar sua inscrição mande um e-mail para: santabiblioteconomia@gmail.com  E no título ponha o nome do curso. 

  • 11/02/2017 –  GOIÂNIA- INTENSIVO UFG

    1. Read more books2. Get a new hobby3. Try rock climbing4. Be more creative (5)

  • Em breve mais informações.

  • 18/02/2017 – SALVADOR – INTENSIVO UFBA 

    1. Read more books2. Get a new hobby3. Try rock climbing4. Be more creative (4)

  • Em breve mais informações.

Glossário de Inteligência Organizacional

 

Top View of Modern Technology working Place on wooden Office Desk with large Desktop Computer Coffee Mug Keyboard and Mouse green Flower Notepad and Pen

Olá pessoal,

conheci o site da professora Lilian Alvares e adorei esse glossário sobre termos de inteligência competitiva. Ótimo para guardar e sempre dar uma lida. Em bancas mais modernas e antenadas é um tema recorrente, assim como em concursos como BNDES e Petrobrás. 

Link direto:  http://www.alvarestech.com/lillian/InteligenciaCompetitiva/Glossario.htm

Análise do concorrente – O processo de identificar os principais concorrentes; analisar seus objetivos, forças, fraquezas, estratégias e padrões de reação; e selecionar quais concorrentes atacar e quais evitar.

Análise do portfolio – A ferramenta com a qual a empresa identifica e avalia os seus vários negócios.

Aprendizagem Organizacional – processo pelo qual uma organização usa sua habilidade coletiva para compreender e responder ao seu entorno. Inclui a interpretação coletiva de toda informação disponível na organização e as ações baseadas nesta interpretação. Aprendizagem Organizacional é mais do que a soma do conhecimento de todos os empregados. (DIXON, 1995).

Atividades de apoio – sustentam as atividades primárias e a si mesmas, fornecendo insumos adquiridos, tecnologia, recursos humanos e várias funções ao âmbito da empresa (PORTER, 1996, p.35)

Atividades primárias – existem cinco categorias genéricas de atividades primárias envolvidas na concorrência em qualquer indústria. São elas: ü Logística interna – atividades associadas ao recebimento, armazenamento e distribuição de insumos no produto, como manuseio de material, armazenagem, controle de estoque e outros; ü Operações – atividades associadas à transformação dos insumos no produto final; ü Logística Externa – atividades associadas à coleta, armazenamento e distribuição física do produto para compradores; ü Marketing e Vendas – atividades associadas a oferecer um meio pelo qual compradores possam comprar o produto; ü Serviço – atividades associadas ao fornecimento de serviço para intensificar ou manter o valor do produto (PORTER, 1996, p.36-37)

Atividade de valor – Atividades de valor podem ser divididas em dois tipos gerais: atividades primárias e atividades de apoio.

Backlog – no ambiente de processamento de dados, é a fila das solicitações formuladas pelos clientes, que ainda não foram atendidas pelo pessoal de processamento de dados.

Bancos de dados relacionais – têm sido utilizados como repositórios de conhecimento, informações e dados, que independem de formatos, ou seja, podem estar estruturados ou não, permitindo sua armazenagem, indexação e recuperação de textos, desenhos, imagens, gráficos etc.

Base de Conhecimento – estrutura organizada de informação já contextualizada pela organização, visando facilitar o armazenamento de conhecimento e, assim, viabilizar sua recuperação para aplicação em processos de decisão e de trabalho.

Benchmark – melhores práticas ou os melhores resultados do mundo entre as organizações concorrentes em itens de controle previamente selecionados.

Benchmarking · O termo inglês “bench – mark” pode ser traduzido por ponto de referência ou exemplo-padrão. Por “benchmarking” entende-se a comparação de determinado processo, ou seu resultado com aquele de líderes reconhecidos no mercado, tomados como referenciais, para identificar oportunidades de melhoria da qualidade. Seu objetivo é estabelecer os padrões de desempenho alcançados pelos líderes de mercado e envidar esforços para conseguir a superação em determinada atividade, processo na organização como um todo. (CAMP, 1994); · É o processo de comparar os métodos de trabalho e serviço em relação às melhores práticas e resultados com o propósito de identificar mudanças que converjam para resultados de melhor qualidade. (GLANZ, 1992; FORD, 1993); · Técnica instrumental da inteligência competitiva definido como: “processo de comparação sistemática de produtos e serviços com os oferecidos pela concorrência ou por empresas consideradas excelentes em algo determinado.” (MACEDO & PÓVOA FILHO, 1994).

Benchmarking colaborativo – Compartilhamento de conhecimentos sobre uma determinada atividade por organizações que buscam a melhoria contínua (BOXWELL JR, 1996).

Benchmarking competitivo – é a avaliação e comparação dos processos, produtos, serviços e dos resultados de empresas concorrentes, procurando, dessa forma, estabelecer o posicionamento competitivo da empresa no mercado

Benchmarking funcional/genérico – é aquele aplicado em qualquer empresa reconhecida como excelente e em qualquer atividade que faça parte do processo de produção, com a finalidade de que o administrador tenha em suas mãos o ‘estado da arte’ de determinada atividade.

Benchmarking interno – forma de benchmarking colaborativo no qual grandes organizações o utilizam a fim de identificar as melhores práticas relativas aos seus processos internos, além de disseminar o conhecimento sobre tais práticas para outros grupos dentro da própria organização. (BOXWELL JR, 1996).

Cadeia de valores – os economistas caracterizam a empresa como tendo uma função de produção que define como os insumos são transformados em produtos finais. A cadeia de valores é uma teoria da empresa que a encara como uma reunião de funções de produção distintas, mas relacionadas, caso funções de produção sejam definidas como atividades. A formulação da cadeia de valores concentra-se no modo como essas atividades criam valor e naquilo que determina o seu custo, concedendo à empresa uma latitude considerável na determinação do modo como as atividades são configuradas e combinadas (PORTER, 1996, p.56) Toda a empresa é uma reunião de atividades que são executadas para projetar, produzir, comercializar, entregar e sustentar seu produto (PORTER, 1996, p.33).

Cadeia de valores da informação – processo que inicia com a definição das necessidades de informação, passa pela coleta, armazenagem, distribuição, recebimento e uso das informações.

Cliente – Destinatário de um produto provido pelo fornecedor. (ABNT ISO 8402/1993).

Competitividade (internacional) – significa a habilidade da economia de uma nação obter melhorias rápidas e sustentáveis no padrão de vida de seus cidadãos (FUNDAÇÃO DOM CABRAL, 1996, p.5).

Competitividade (do ponto de vista empresarial) – é a capacidade da empresa de formular e implementar estratégias concorrenciais que lhe permitam conservar de forma duradoura uma posição sustentável no mercado (COUTINHO & FERRAZ, 1994, p.18).

Capital do Cliente – o valor das relações de uma organização com seus clientes. Um tipo de capital-cliente. Inclui uma fidelidade intangível dos clientes em relação a determinada companhia ou produto, com base na reputação de boa qualidade ou bom serviço, padrão aquisitivo dos clientes, ou estabilidade financeira, que assegura pronto e adequado pagamento (EDVINSSON and MALONE, 1997).

Capital Estrutural – compreende os processos, estruturas, sistemas de informação e patentes que permanecem na empresa quando os funcionários a deixam (EDVINSSON and MALONE, 1997).

Capital Humano – compreende o conhecimento, as habilidades e competências das pessoas em uma organização. Ao contrário do capital estrutural, o capital humano é sempre detido pelos indivíduos que o possuem. O capital humano é valioso como parte renovável do capital intelectual. É fonte permanente de criatividade, inovação e habilidade para mudar (EDVINSSON and MALONE, 1997).

Capital Intelectual – compreende o conhecimento que é de valor para uma organização construída de capital humano, capital estrutural e capital-cliente (EDVINSSON and MALONE, 1997). Definido também como o ativo intelectual de uma organização, incluindo patentes, bibliotecas e bases de dados, bem como o intelecto e o conhecimento agregado de seus membros. Acredita-se que este fator possa ser analisado para permitir classificar a organização como rica ou pobre em informação. (HALAL &, KULL, janeiro de 2000.

Conhecimento – é informação organizada aplicável na solução de problemas (WOOLF, 1990); é informação que foi organizada e analisada para torná-la compreensível e aplicável na solução de problemas ou na tomada de decisões (TURBAN,1992); conhecimento consiste de verdades e crenças, perspectivas e conceitos, julgamentos e expectativas, metodologias e know-how (WIIG, 1993); é o conjunto de insights, experiências e procedimentos que são considerados corretos e verdadeiros e que guiam os pensamentos, comportamentos e comunicações entre as pessoas (SPEK & SPIJKERVET,1997).

Competência – área de capacidade pessoal que habilita as pessoas a se desempenharem com êxito em suas tarefas ou completarem as tarefas de modo efetivo. Uma competência pode ser conhecimento, habilidades, valores ou características pessoais. As competências requeridas para um desempenho bem sucedido podem ou não ser expressas formalmente por um empregador(chefe).

Competência Essencial: o conjunto de conhecimentos, habilidades e tecnologias distintas, que permitem à organização oferecer um benefício fundamental ao cliente. As competências essenciais são consideradas as portas de entrada para os mercados futuros, na medida em que permitem que as organizações invistam em novos produtos baseados em competências antigas aprimoradas e especializadas.

Comunidades de Prática – redes de pessoas que trabalham juntas em uma organização e que compartilham regularmente a informação e o conhecimento. Tais pessoas podem ser, mas não necessariamente parte de um time ou unidade formal. Freqüentemente colaboram em projetos ou produtos particulares ou assumem os mesmos ou similares trabalhos. Foram descritos como pares na execução de um trabalho real. Comunidades de prática são mantidas por meio de compartilhamento de objetivos e necessidades de aprenderem uns com os outros.

Conhecimento – pode ser considerado como uma coleção de informação, ou uma ação, ou um potencial. A questão da aquisição do conhecimento está centrada no questionamento, no processo de busca, na experimentação. Tem como sua base a visão de mundo característica de cada um (CHURCHMAN, 1971).

Cultura da empresa – Um sistema de valores e crenças compartilhado pelas pessoas em uma organização – identidade coletiva e o significado da empresa. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Dado – Uma representação de fatos, conceitos ou instruções de maneira formalizada, apropriada à comunicação, interpretação ou processamento pelas pessoas ou por meios eletrônicos. (BS 3527:Part1:1976).

Dados primários – Informação coletada para propósitos específicos e que não está disponível num primeiro momento. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Dados secundários – Informações já existentes em algum lugar, coletadas para outro propósito. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Data Mining (DM) ou Mineração de Dados – tarefa do estabelecimento de novos padrões de “conhecimento”, geralmente imprevistos, partindo-se de uma massa de dados previamente coletada e preparada para este fim.

Desejo – A forma que uma necessidade humana assume quando moldada pela cultura e pelas características de um indivíduo. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Diversificação – A estratégia de crescimento da empresa que consiste em iniciar ou adquirir novos negócios diferentes dos atuais. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Documentação – Qualquer informação ilustrada ou escrita descrevendo, definindo, especificando, relatando ou certificando atividades, requisitos, procedimentos ou resultados. (ANSI N 45.2.10-1973).

Documento – Qualquer meio que contenha informação recuperável.

Documento Normativo – Documento que estabelece regras, diretrizes ou características para atividades ou seus resultados. (ABNT ISO/IEC Guia 2:1993).

Downsizing – Redução no tamanho da organização, enxugamento no tamanho, redução para o tamanho exato da organização. É o processo de reduzir o número de pessoas dentro da organização. Leva a uma maior horizontalização da estrutura, uma estrutura mais plana, com poucos níveis hierárquicos. Na década de 80 representou a redução do número de empregados no setor produtivo. Na década de 90 representou a redução do número de gerentes em nível intermediário (médio). (LUTHANS, 1995).

DSS – Decision Support Systems – Sistemas baseados em computador, que recolhem informações provenientes de uma variedade de fontes, apoiam a organização e a análise da informação e facilitam a avaliação de hipóteses relacionadas a modelos de tomada de decisão (SAUTER, 1997).

DW – data warehousing, armazém de dados, preferencialmente traduzido como supermercado de informações, é uma nova abordagem para os sistemas de apoio à decisão (DSS), que envolve quatro elementos, a saber: o processo de extração, transformação e carga de dados; o modelo multidimensional de informação; hardware de alta performance, com processamento paralelo; software genérico para acesso ao DW, denominado ferramenta de olap.

EIS – Executive Information Systems – Sistemas especializados de suporte à decisão, que auxiliam os executivos a analisarem informações críticas e a usarem ferramentas apropriadas para lidar com o processo decisório estratégico da empresa (SAUTER, 1997).

Empowerment – Dar autonomia de decisão. É a autoridade de tomar decisões dentro de sua área de competência, sem ter que obter permissão de ninguém. Consiste em um processo similar ao de delegação, mas com duas características distintas. A primeira é que as pessoas são encorajadas a tomar iniciativas ou fazê-las. A segunda é que às pessoas não é dada apenas a autoridade, mas também os recursos de tomar decisões e poder implementá-las. (DOBBS, 1993; TAYLOR, 1991).

Engenharia reversa – primeira geração de desenvolvimento do benchmarking, que consiste em “desmontar” um determinado produto a fim de se anotar o processo que o gerou. Os japoneses consagraram esta prática não apenas desmontando, mas realizando uma montagem aperfeiçoada do mesmo produto (McGONALE & VELLA, 1999).

Entropia – refere-se a um processo pelo qual toda e qualquer forma organizada tende à indiferenciação e à morte. Os sistemas sociais, porém, repõem energia para resistir ao processo entrópico.

Equivocidade – é uma medida da ignorância da organização sobre a existência da variável no espaço informacional.

Estratégias – forma como a empresa utiliza seus pontos fortes para melhor aproveitar as oportunidades e ações que toma para minimizar o impacto das ameaças sobre seus pontos fracos (FIATES & GUIMARÃES, 02/98, p.7).

Estratégias competitivas – Estratégias que posicionem fortemente a empresa contra seus concorrentes e que lhe dêem a vantagem estratégica mais forte possível. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Estratégias de marketing – A lógica de marketing pela qual a unidade de negócios espera atingir seus objetivos de marketing. A estratégia de marketing consiste em estratégias específicas para mercados-alvo, mix de marketing e nível de gastos com marketing. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Estrutura organizacional – Uma estrutura que divide o trabalho da empresa em tarefas especializadas, designa estas tarefas a pessoas e departamentos, e as coordena definindo laços formais entre pessoas e departamentos, pelo estabelecimento de linhas de autoridade e comunicação. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Fator chave –aquela característica, condição ou variável que, quando devidamente gerenciada, pode ter um impacto significativo sobre o sucesso de uma empresa, considerando seu ambiente de competição.

Fator crítico de sucesso (FCS) – número limitado de áreas de uma determinada organização ou processo nas quais os resultados, se forem satisfatórios, irão assegurar um desempenho de sucesso (PORTER, 1996).

Fatores Críticos de Sucesso – são aquelas características, condições, ou variáveis que quando adequadamente sustentadas, mantidas ou gerenciadas podem ter impacto significativo sobre o sucesso da posição competitividade de uma organização dentro de um segmento industrial específico (como dentro da indústria da informação) (LEIDECKER & BRUNO, 1984). São variáveis que a gerência pode influenciar através de suas decisões e que podem afetar significativamente a posição competitiva da organização ou ainda de vários segmentos de uma indústria. O conceito de fatores críticos de sucesso pode ser aplicado a três níveis de análise : organizacional, específico daquele segmento (ramo industrial ou área de atuação), e ambiental econômico, sócio-político). Os FCS são os meios que garantem a realização dos objetivos da organização. São fatores que, pela sua natureza, podem comprometer todo o sucesso de um plano ou estratégia, devendo ser considerados como críticos e merecer uma atenção especial da administração.

Ferramenta OLAP – programa comercializado no mercado de software, que permite ao usuário obter informações armazenadas nas bases de dados dos data warehouses; suas principais funcionalidades são o drilling (detalhamento) e o slice & dice (seleção e visualização de porções da base de dados).

Foco – ponto central de atração, atenção ou atividade. O verbo focar significa pôr em foco, centralizar, concentrar (TWEED, 1998, p.14).

Foco estratégico – o processo de concentração de idéias e ações em um único fator que ajudará a sua organização a vencer e manter uma vantagem competitiva no mercado. (TWEED, 1998, p. 14). Gestão do Conhecimento – construção sistemática, explícita e intencional do conhecimento e sua aplicação para maximizar a eficiência e o retorno sobre os ativos de conhecimento da organização (WIIG, 1993). Disponibilização do conhecimento certo, para as pessoas certas, no momento certo, de modo que estas possam tomar as melhores decisões para a organização (PETRASH, 1996). Processo de busca e organização da expertise coletiva da organização, em qualquer lugar em que se encontre, e de sua distribuição para onde houver o maior retorno (HIBBARD, 1997). Controle e o gerenciamento explícito do conhecimento dentro da organização, de forma a atingir seus objetivos estratégicos (SPEK e SPIJKEVERT, 1997). Formalização das experiências, conhecimentos e expertise, de forma que se tornem acessíveis para a organização, e esta possa criar novas competências, alcançar desempenho superior, estimular a inovação e criar valor para seus clientes (BECKMAN, 1999).

Incerteza – aquela situação onde a probabilidade do resultado de um evento é desconhecida, opondo-se a situações de risco em que cada resultado tem uma probabilidade conhecida. Incerteza é uma medida da ignorância organizacional do valor de uma variável no espaço informacional.

Ideologia básica – Ideologia básica de uma empresa è a sua identidade, são características próprias e duradouras que transcendem produtos, ciclos de mercado, tendências tecnológicas, modismos administrativos ou lideranças individuais. Baseia-se em propostas e valores básicos.

Informação:  Processo de atribuição de sentido.  Elemento que provoca transformações nas estruturas (BROOKES,1980).  Prática social que envolve ações de atribuição e comunicação de sentido que por sua vez pode provocar transformações nas estruturas pois gera novos estados de conhecimento.  Prática social de um sujeito cognitivo-social que desenvolve ações de atribuição e comunicação de sentido que, por sua vez, podem provocar transformações nas estruturas (tanto individuais, quanto sociais), pois geram novos estados de conhecimento. Elemento que apresenta dupla significação, pois por um lado a informação mediatiza os processos de apreensão da realidade e as próprias relações sociais e, por outro lado, ela é um elemento que adquire características de mercadoria (commodity), pois se torna indispensável à força produtiva. Assim a informação fica submetida às leis de mercado e ganha valor de troca. Ela se transforma em informação-mercadoria (LYOTTARD, 1990).

Inovação – A definição de inovação evoluiu através dos anos, primeiramente, em um foco restrito de introdução de um novo produto no mercado, para uma interpretação mais ampla que inclui mudanças em serviços, marketing (mercado) e sistemas de gerência. Desta forma, sob a perspectiva do pesquisador a inovação é a aplicação, em qualquer organização, de novas idéias, sejam relacionadas a produtos, processos, serviços, ou na gerência do sistema e mercado através do qual a organização opera. (MAGUIRE, 1994). Acontece quando se realiza a primeira comercialização de um novo produto, processo sistema ou dispositivo. Do ponto de vista administrativo é definido como “o esforço para criar uma mudança proposital e focada, no potencial econômico ou social de uma organização/empresa” (DRUCKER, 1998).

Inteligência competitiva – · Programa sistemático de coleta, processamento, análise e disseminação de informações sobre atividades dos concorrentes, tecnologias e tendências gerais do mercado a fim de atingir as metas da empresa. (MASSARI, 1997); · Visa assegurar a perenidade do negócio. Esse, entendido como uma “base de conhecimentos ou o patrimônio tecnológico” submetido a dois movimentos, de um lado a perspectiva das oportunidades e do outro as perspectivas das ameaças. Para sistemas complexos, instrumentos complexos de gestão. É esse o papel da inteligência competitiva. (SANTOS,1997).

Inteligência competitiva e tecnológica – Sistema de inteligência competitiva com um forte componente de ciência e tecnologia e impacto em atividades de pesquisa e desenvolvimento. (MASSARI,1997).

Intuição – vem do vocábulo latino intuire – ver por dentro, derivado de in – dentro, e tueri – ver ou contemplar. (SCHULTZ, 1994, p.17).

Invento – É uma idéia, um esboço, um modelo para um dispositivo, produto, processo ou sistema novo ou aperfeiçoado. Estes inventos podem ser patenteados, mas não conduzem necessariamente à inovações técnicas. (FREEMAN, 1974).

Just-in-time – Filosofia surgida no Japão, na década de 70, a qual buscava um sistema de gerenciamento que pudesse coordenar a produção com a demanda específica. Oferece oportunidades de aumentar a flexibilidade e diminuir os custos de manufatura, reduzindo os lotes das operações de produção e eliminando os desperdícios.

Knowledge Discovery in Databases (KDD) ou Prospecção de Conhecimento em Banco de Dados – processo não trivial de identificação de padrões em dados. Estes padrões devem ser válidos, imprevistos, potencialmente úteis e fundamentalmente compreensíveis (FAYYAD, SHAPIRO & SMITH, 1996).

Levantamento – A coleta de dados primários por meio de perguntas sobre atitudes, preferências e comportamento de compra das pessoas; utiliza-se o questionário como instrumento de coleta de dados. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Liderança – Tem mais a ver com inspiração, comunicação e facilitação do que com autoridade, controle e tomada de decisão. A liderança só acontece quando todos os níveis de gerência entendem, assumem o compromisso e têm a habilidade de conciliar necessidades e motivações conflitantes (TWEED, 1998, p.194).

Líder de mercado – A empresa em um ramo de negócios com a maior participação de mercado; usualmente, ela lidera outras empresas em alterações de preços, introdução de novos produtos, cobertura de distribuição e gastos com promoção. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Macroambiente – As forças sociais maiores que afetam o microambiente – forças demográficas, econômicas, naturais, tecnológicas, políticas e culturais. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Marketing – · Um processo social e administrativo pelo qual indivíduos e grupos obtém o que necessitam e desejam através da criação e troca de produtos e valores. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993); · A filosofia de administração de marketing que sustenta que alcançar os objetivos organizacionais depende da determinação das necessidades e desejos dos mercados-alvo e da satisfação destes de maneira mais efetiva e eficiente do que os concorrentes. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Mercado – O grupo de compradores reais e potenciais de um produto. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Mercado-alvo – Um grupo de compradores que partilham necessidades ou características em comum, o qual a empresa decide atender. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Modelo multidimensional de informações – modelo de dados elaborado no processo de desenvolvimento de um data warehouse, que representa as informações conforme serão oferecidas nas prateleiras do supermercado de informações; seus principais elementos são as tabelas fatos, composta pelos valores pontuais ou métricas, e as tabelas dimensionais, compostas pelos atributos dos fatos e pelos relacionamentos hierárquicos entre os atributos.

Modelos de sucesso – expressão utilizada por ANSOFF & MCDONNEL (1993) para simbolizar modelos de gestão que, aplicados com sucesso em um determinado contexto, tendem a ser repetidamente evocados, mesmo em contextos não-aplicáveis.

Monitoramento – processo de observar o ambiente e fornecimento de dados ambientais para os gerentes. O monitoramento diz respeito à coleta de dados.

Monitoramento de ambientes organizacionais – aquisição e uso da informação sobre eventos, tendências e relações em seu ambiente externo, além do conhecimento que auxiliará os gerentes a planejarem as futuras ações.

Motivação – processo que começa com uma deficiência ou necessidade fisiológica ou psicológica que ativa o comportamento ou um impulso que vira um objetivo ou incentivo. Desta forma, a chave para entender o processo de motivação repousa no significado da relação entre necessidades, impulsos e incentivos.

Necessidade humana – Estado de privação de alguma satisfação básica. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

OLAP – on-line analytical processing, processamento analítico on-line, modalidade de processamento destinada ao fornecimento de informações para apoiar o processo decisório das organizações; suas principais características são: · informações históricas dispostas ao longo de um eixo de tempo; · base com enorme volume de dados (100 gigabytes a 1 terabyte); · existência conjunta de vários níveis de detalhamento, do mais atômico ao mais agregado; · atualização periódica de dados na modalidade batch; · consultas que podem envolver centenas e até milhares de registros; · flexibilidade de visualização dos relatórios, por meio de tabelas dinamicamente rearranjadas e de gráficos de diversos tipos.

OLTP – on-line transaction processing, processamento on-line por transações, modalidade de processamento vinculada ao dia-a-dia do negócio, que atua portanto no nível operacional das organizações; suas principais características são: · informações disponibilizadas em tempo real, isto é, referentes ao momento atual; · existência de informações somente no nível mais detalhado, evitando-se qualquer redundância de dados; · atualização on- line dos dados; · consultas pontuais, resolvidas pelo acesso a poucos registros (uma dezena).

Organização voltada para o aprendizado (Learning Organization) – organização apta a transformar-se pela aquisição de novos conhecimentos, habilidades ou comportamentos. Em organizações bem sucedidas na aprendizagem, a aprendizagem individual é contínua, o conhecimento é compartilhado e a cultura apoia a aprendizagem. Os empregados são encorajados a pensar criticamente e a assumir riscos com novas idéias. Todas as contribuições dos empregados são valorizadas.

Paradigma – O termo paradigma vem do grego paradeigma, que se traduz como modelo, padrão, ou exemplo. Introduzido pelo filósofo e historiador da ciência Thomas KUHN (1970), o termo paradigma é hoje usado para designar um modelo amplo, um referencial, um modo de pensar, ou um esquema para entender a realidade. Nas palavras de Joel BARKER (1992), um paradigma simplesmente estabelece as regras (escritas ou não), define limites e diz como alguém deve se comportar dentro desses limites para ter sucesso.

Parceiros de benchmarking – empresa, operação ou função que possui os melhores desempenhos, com os quais devemos nos comparar (CAMP ,1995).

PED – processamento eletrônico de dados, denominação utilizada nas décadas de 60 e 70 para designar o processamento feito com o uso do computador eletrônico.

Planejamento estratégico – processo gerencial de desenvolver e manter uma adequação razoável entre os objetivos e recursos da empresa e as mudanças de oportunidades de mercado. O objetivo do planejamento estratégico é orientar e reorientar os negócios e produtos da empresa de modo que gere lucros e crescimento satisfatório (KOTLER, 1995, p. 63); · Baseia-se no desenvolvimento de uma missão da empresa, objetivos de apoio, um portfolio de negócios bem estruturado e estratégias funcionais coordenadas. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Posicionamento no mercado – As ações empreendidas para que um produto ocupe uma posição clara, distinta e desejável, em relação aos produtos dos concorrentes, nas mentes dos consumidores-alvo.(KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Processamento batch – processamento por lotes, modalidade de processamento em que as atualizações a serem feitas nos dados são represadas por algum tempo, para serem aplicadas de uma só vez, comumente com o sistema fora do ar.

Processamento on-line – processamento em linha, modalidade de processamento em que as atualizações dos dados são efetivadas no momento em que ocorre o fato correspondente, não havendo portanto o represamento.

Processo de realização – conjunto de tarefas orientadas para obtenção de resultados específicos: recursos materiais, humanos, métodos e processos combinados para a produção de algo determinado (produtos/serviços).

Produto – Qualquer coisa oferecida a um mercado para aquisição, atenção, uso ou consumo e que possa satisfazer uma necessidade ou desejo. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Propósito – descreve porque a companhia faz o que faz. Em geral, a definição do propósito define a contribuição que a companhia dá à sociedade. O propósito diz quem somos e onde estamos, ao passo que as metas são aquilo que buscamos. O propósito esclarece as seguintes perguntas: qual o nosso negócio? Por que estamos aqui? Quais os benefícios a longo prazo para a sociedade? Como influenciamos positivamente o mundo? (TWEED, 1998, p. 43 – 44).

Publicação do DW – uma das atividades que compõem o gerenciamento do data warehouse, em que se valida a atualização recém aplicada à base e, estando tudo conforme o desejado, se libera o data warehouse para o acesso pelos consumidores.

Público – Qualquer grupo que tem um interesse real ou potencial ou impacto na habilidade de uma organização de alcançar seus objetivos. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993).

Redes Neurais – rede neural compreende um conjunto de nós interligados” chamados de neurônios. ” Cada neurônio conecta-se e envia informação para os demais da camada seguinte”, de acordo com pesos e conexões pré-definidos. “As redes neurais têm capacidade de tratar dados incompletos e distorcidos, produzindo resultados satisfatórios a partir de generalizações.” (ALMEIDA & DUMONTIER, 1996).

Reengenharia – É o repensar fundamental e mudança radical nos processos para alcançar melhoras dramáticas em medidas contemporâneas de desempenho organizacional, tais como custo, qualidade, serviço e rapidez. (HAMMER, 1993; LUTHANS, 1995).

Refrescamento do DW – uma das atividades que compõem o gerenciamento do data warehouse, em que se executa periodicamente o processo de extração transformação e carga da base de dados.

Segmentação de mercado – O processo de classificar clientes em grupos com necessidades, características e comportamentos diferentes. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993) . O esforço de dividir o mercado em grupos diretos de compradores que podem requerer produtos ou compostos de marketing separados. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993) p. 167.

Total Quality Management – Gerência pela Qualidade Total – É uma abordagem que focaliza a tentativa da organização de encontrar e exceder as expectativas do cliente. Nesta perspectiva a TQM é uma estratégia organizacional e não apenas uma técnica. É a forma como uma organização é gerenciada, e não uma adição a qualquer procedimento. Em essência, TQM torna-se a cultura organizacional dominante. A definição aponta para o fato que a TQM necessita de técnicas que a auxiliam a prestar serviços de qualidade ao usuário (LUTHANS, 1995).

Unidade estratégica de negócios (UEN) – Uma unidade da empresa que tem missão e objetivos distintos e que pode ser planejada independentemente dos outros negócios da empresa, uma linha de produtos dentro de uma divisão ou, algumas vezes, um único produto ou marca. (KOTLER & ARMSTRONG, 1993). Consiste num agrupamento de negócios relacionados entre si, para formar um todo homogêneo capaz de exercer controle efetivo sobre as etapas operacionais (GRACIOSO, 1990, p.32).

Vantagem competitiva – Uma vantagem sobre os concorrentes, obtida oferecendo-se aos clientes maior valor, seja por meio de preços mais reduzidos ou proporcionando maiores benefícios que justifiquem preços mais elevados. Para ser competitivo é preciso focar naquilo que a companhia faz melhor que os concorrentes. As cinco fontes de vantagem competitiva são: preço baixo, produto exclusivo, serviço diferenciado, foco fino de mercado, relacionamentos (TWEED, 1998, p.79). Capacidade de uma empresa de conferir atributos e valores para produtos e serviços ofertados aos seus clientes, a fim de diferenciar-se da concorrência. (PORTER, 1996).

Visão – Compõe-se de ideologia básica e visão de futuro. São metas específicas a serem atingidas, juntamente com o caminho a ser seguido para atingi-las, dentro de um processo de planejamento. (JURAN,1994) A visão pinta um quadro de onde você quer que a empresa chegue, e o que você quer que ela seja. . É uma imagem viva de um estado futuro ambicioso e desejável, relacionada com o cliente, a equipe e o acionista/mantenedor e superior, em algum aspecto importante ao estado atual. (FIATES & GUIMARÃES 1998, p.17-18).

Visão de negócio – a visão de negócio tem duas partes. A primeira é a missão, a Segunda é o propósito. A missão de uma companhia define qual ramo a companhia está e, talvez mais importante, em qual ramo ela não está. O propósito define por que a companhia existe (TWEED, 1998, p.40).

 

Ranganathan não faz milagre, estudar sim!

Thalita Gama

Edital Aberto: IFMG (Auxiliar de biblioteca)

pessoa-estudando-e-trabalhando-com-computador

 

4 vagas no campus Ribeirão das Neves, 2 vagas de auxiliar de biblioteca no campus Arcos, 2 no campus São João Evangelista, 1 no campus Sabará, 1 no campus Governador Valadares e 1 no campus Ouro Preto  do Instituto Federal de Minas Gerais.

Remuneração: R$ 1.834,69 + benefícios

Somente serão admitidas inscrições via Internet, no endereço eletrônico da Fundação CEFETMINAS – http://concursos.fundacaocefetminas.org.br, solicitadas no período de 05 de setembro de 2016, às 00h00 até o dia 05 de outubro de 2016, às 23h59, considerando como horário oficial o de Brasília/DF. 

Valor da inscrição: R$ 60,00

Estrutura da prova

auxiliar

A prova será aplicada em 27 de novembro no campus escolhido da vaga.

Todas as informações no edital AQUI

Lembrado que aqui na LOJA do blog, tem apostila de exercícios e de Teoria para o concurso de auxiliar de biblioteca !😉

 

 

Ranganathan não faz milagre, estudar sim!

Thalita Gama

Dicas de como iniciar os estudos

O9IY130

Você que está desesperado pois nunca estudou a SÉRIO para um concurso, pode se acalmar pois irei te dar umas boas dicas!

1 – RESPIRE FUNDO E ABSTRAIA 

Todo mundo se acha muito conhecedor da fórmula para passar em concursos. Inclusive sua tia que nunca estudou nem passou em concursos na vida. Por isso mesmo é necessário que você tenha um filtro para esse tipo de pessoa que com certeza vai ficar dando pitaco no seu jeito de estudar. Busque referências em bons sites e blogs de concursos, converse com quem já foi aprovado. Não tenha preconceitos com técnicas e possibilidades de aprendizado.

2 –  APROVEITE O QUE VOCÊ JÁ TEM 

Se você está estudando para um concurso de bibliotecário, você fez faculdade em algum momento da vida. Dê uma boa arrumada nos seus materiais e procure bons artigos, livros e textos que são cobrados em concurso e que você já estudou na faculdade. Certeza que você irá encontrar! 

3 – USE E ABUSE DA INTERNET

Existem muito materiais gratuitos na internet e com qualidade, aqui no blog mesmo tem muita coisa bacana, com paciência e boa vontade você vai achar preciosidades nessa internet. 

4 – DESCUBRA SEUS PONTOS FORTES E FRACOS

Uma prova de concurso é composta por muitas matérias, porém sem dúvida a mais importante é a específica de biblioteconomia. Normalmente tem mais questões e peso maior. Descubra primeiro quais matérias dentro da biblioteconomia você tem mais facilidade, aprende melhor, GOSTA e acerta mais questões. Depois descubra as matérias que você DETESTA, erra muito. Faça isso também com as matérias básicas português, legislações etc. Seu foco de estudo deve ser a parte que você detesta pois com certeza é seu ponto fraco e merece mais atenção.

5 – ESTABELEÇA HORÁRIOS E ROTINA 

Se você deixar para estudar quando tiver tempo, isso nunca vai acontecer. Organize sua rotina, CRIE tempo livre e procure estudar todos os dias nem que seja 1h. Faz diferença ter essa constância  e principalmente disciplina.

6 – ACREDITE EM VOCÊ

Não é porque você começou a estudar a pouco tempo que precisar ir se achando um derrotado para a prova. Quem sabe aquele não é seu dia de sorte e a prova tem várias questões que você sabe? Seja otimista, acredite no seu esforço e pense a longo prazo. Os resultados aparecerão! 

 

Gostou? Mãos a obra então! 

Boa sorte!

 

Ranganathan não faz milagre, estudar sim!

Thalita Gama

 

Edital aberto: Prefeitura de Paraty

0051 vaga de bibliotecário + cadastro de reserva na cidade de Paraty.

Salário: R$ 2.656,75

As inscrições serão realizadas de 15 de setembro a 17 de outubro, por meio do site da banca organizadora RHS Consul,  no endereço www.rhsconsult.com.br

Valor da inscrição: R$ 31,00

Estrutura da prova:

biblio

As Provas serão realizadas na cidade de Paraty –RJ em 13/11/2016

Todas as informações no edital AQUI

Lembrado que aqui na LOJA do blog, tem apostila de exercícios e de Teoria para o concurso de bibliotecário !😉

 

Ranganathan não faz milagre, estudar sim!

Thalita Gama

 

Resumo sobre Gestão do Conhecimento

Close-up woman hands typing on laptop in office.

Gestão do Conhecimento: conjunto de atividades que busca desenvolver e controlar todo tipo de conhecimento em uma organização.

Algumas definições:

“Gestão do conhecimento é a construção sistemática, explícita e intencional do conhecimento e sua aplicação para maximizar a eficiência e o retorno sobre ativos de conhecimento da organização.” (Wiig, 1993)

  “Gestão do conhecimento é a disponibilização do conhecimento certo para a pessoas certas, no momento certo, de modo que estas possam tomar as melhores decisões para a organização.” (Petrash, 1996)

  “Gestão do conhecimento é o processo de busca e organização da expertise coletiva da organização, em qualquer lugar em que se encontre, e de sua distribuição para onde houver o maior retorno.” (Hibbard,1997)

  “Gestão do conhecimento é o controle e o gerenciamento explícito dentro de uma organização, de forma a tingir seus objetivos estratégicos.”(Spek & Spijkevert, 1997)

“Gestão do conhecimento é a formalização de experiências, conhecimentos e expertise, de forma que se tornem acessíveis para a organização, e esta possa criar novas competências, alcançar desempenho superior, estimular inovação e criar valor para seus clientes.”(Beckman, 1999)

Conhecimento Explícito: O conhecimento explícito pode ser transmitido por meio de linguagem formal, mas representa somente a ponta do iceberg de todo o corpo do conhecimento possível

Conhecimento Tácito: O conhecimento tácito pode ser transmitido principalmente a partir do exemplo e da convivência, por estar profundamente enraizado na ação.

 O conhecimento é gerado na organização a partir de interações, contínuas e encadeadas, de quatro processos de transmissão de conhecimento: socialização, combinação, externalização e internalização.

Etapas da Gestão do Conhecimento segundo Stollenwerk (2001)

IDENTIFICAÇÃO;
CAPTURA;
SELEÇÃO e VALIDAÇÃO;
ORGANIZAÇÃO e ARMAZENAGEM;
COMPARTILHAMENTO/ DISTRIBUIÇÃO
APLICAÇÃO

1. IDENTIFICAÇÃO: é o processo de análise da organização e construção de uma visão estratégica para a Gestão do Conhecimento (G.C.). Que conhecimento é relevante? Que conhecimento deve ser buscado e obtido? A IDENTIFICAÇÃO traz à tona os objetivos estratégicos que devem ser alcançados com os processos de G.C. e funciona como uma bússola para toda a iniciativa.

2. CAPTURA: o processo de captura envolve a aquisição de fato do conhecimento organizacional, sob a forma das experiências e habilidades necessárias para realizar a visão mapeada na fase de identificação. O conhecimento pode ser proveniente de não só de fontes externas, mas também das internas à organização; neste ponto, inclui-se a transição do conhecimento individual dos membros para conhecimento organizacional.

3. SELEÇÃO e VALIDAÇÃO: é aquela em que o conhecimento capturado é filtrado e avaliado para que se determine se deve ou não ser armazenado e aplicado na organização. Nesta etapa, o objetivo é minimizar incertezas, resolver contradições e assegurar a confiabilidade do conhecimento que será armazenado.

4. ORGANIZAÇÃO e ARMAZENAGEM: incluem-se esforços como planejamento e a implementação de bases de conhecimento, e sua disponibilização para os membros da organização. O objetivo do processo é garantir que o conhecimento organizacional que já foi capturado seja seguramente armazenado em seu repositório no qual esteja acessível nos momentos em que se fizer necessário.

Dentre os processos de gestão do conhecimento, aquele que garante a recuperação rápida, fácil e correta do conhecimento é ORGANIZAÇÃO e ARMAZENAGEM.

5. COMPARTILHAMENTO: envolve a distribuição ativa do conhecimento que está sendo acumulado, de maneira a garantir que ele atinja de fato os membros da organização e se entranhe em seus processos. Note-se que distribuir o conhecimento ativamente é diferente de permitir passivamente que ele seja acessado. Mecanismos eficientes de compartilhamento são muito importantes para garantir que o conhecimento esteja disponível nos momentos certos.

6. APLICAÇÃO DO CONHECIMENTO: ciclo em que o conhecimento organizacional é revertido para o benefício concreto da organização. Nesse processo, o conhecimento é aplicado aos problemas da organização e seu valo prático é avaliado.

O aproveitamento do conhecimento desenvolvido pelos indivíduos numa organização depende de um modelo de gestão do conhecimento, que é caracterizado por três etapas principais: AQUISIÇÃO, ARMAZENAMENTO e DISTRIBUIÇÃO.

A fonte final de processamento da informação organizacional é a interpretação do AMBIENTE EXTERNO.

Fontes: 

BECKMAN, T. The current state of knowledge management. In: LIEBOWITZ, J. (Ed.) Knowledge Management Handbook. New York: CRC Press, 1999.

HIBBARD, J. Knowing what we know. Information Week. Out. 1997

PETRASH, G. Dow´s journey to a knowledge value management culture. European Management Journal. V.14 n.4, ago. 1996.

SPEK, Van der, R.; SPIJKERVET, A. Knowledge management: dealing intelligently with knowledge. In: Liebowitz, J.& Wilcox, L., eds. Knowledge Management and its Integrative Elements. New York: CRC Press, 1997

STOLLENWERK, Maria Fátima Ludovico. Gestão do conhecimento: conceitos e modelos. In: TARAPANOFF, Kira. (Org.). Inteligência organizacional e competitiva. Brasília: UNB, 2001. p. 143-163

WIIG, K. M. Knowledge management foundations; thinking about thinking – how people and organizations create, represent, and use knowledge. Arlington, Texas: Schema, 1993

 

 

Ranganathan não faz milagre, estudar sim!

Thalita Gama

Muitos concursos abertos, o que fazer?

9_150

 

Estudar! Não tem jeito, nem milagre, a solução vai ser dedicar-se e batalhar muito para conquistar 1 vaga!

São mais de 20 concursos abertos de uma só vez em todas as regiões do país.  Você pode estar se perguntando por qual motivo tantas universidades e institutos federais abriram concursos todos juntos?

Tenho a teoria de que as vagas são liberadas todas juntas e as universidades tem a liberdade de montar os editais como e quando quiserem. Porém com essa instabilidade política no governo federal e a falta de perspectiva de orçamento para o futuro, acarretou de praticamente todas as instituições que tinham vagas e podiam, abrirem edital. Todos juntinhos.

Além disso todos se apressaram em abrir editais até dia 31 de agosto , pois a lei orçamentária de 2017 sendo aprovada, as universidades perderão a autonomia até dezembro de 2017 de fazerem concursos quando quiserem, pelo menos isso é o que está sendo divulgado. Em resumo a história é essa.

Seu papel agora, nesse momento inicial é:

DECIDIR O SEU FOCO

  • Sentar com calma e decidir quais concursos irá concorrer

  • Qual será seu plano de estudos

  • Quais matérias vão cair de forma similar e que você pode aproveitar.

  • Quais seus pontos fracos e fortes no edital.

  • Quais os matérias que você já tem, e quais você precisa adquirir. 

  • Existem cursos que podem te ajudar em alguma matéria? Pesquise, esse é o momento de investir. 

PROVA EM OUTRO ESTADO?

Prestar muita atenção nos detalhes logísticos para não chegar na prova estressado. Chegue com antecedência a cidade de prova  e não marque passagem para um horário muito perto do fim da prova. Você nunca sabe se precisara ficar até o minuto final da prova, ou se terá muito trânsito etc. 

Já pesquise valores de passagem e se possível compre. Deixe hoteis reservados (uns 2 ou 3) em pontos estratégicos da cidade. Em sites como o booking, vários hoteis você pode reservar e cancelar sem pagar nada. Quando seu local de prova sair de fato você escolhe a opção mais próxima. 

Verifique um bom hotel, nessas horas não recomendo hostel ou quarto compartilhado com quem você não conhece. E se tiver alguém roncando no seu quarto? Você precisa dormir bem e chegar inteiro na prova! 

E por fim….

Reúna toda sua força, garra e determinação e vamos lá! Acredito que a biblioteconomia brasileira está vivendo um momento único, cheio de oportunidades e que até mesmo os que começarem a se preparar agora tem boas chances. 

No mais, estou aqui para ajudar no que for da minha alçada.

Irei fazer uma série de cursos presenciais em algumas cidades e também teremos uma nova turma do curso online em novembro. 

Os editais abertos você pode conferir aqui no blog buscando a categoria “Editais Abertos” mas também tem essa listinha resumida aqui:

RESUMO DOS CONCURSOS EM ABERTO

Corpo de Bombeiro DF – Bibliotecário – Data da prova: 09/10/2016

CRO – RJ – Bibliotecário – Data da prova: 09/10/2016

UFTM – Bibliotecário – Data da prova: 16/10/2016 – Iturama

UFRGS – Bibliotecário – Data da prova: 16/10/2016

IFSul – Bibliotecário – Data da prova: 23/10/2016

UFTM – Bibliotecário – Data da prova: 23/10/2016 – Uberaba

IFSC – Bibliotecário – Data da prova: 30/10/2016

IFFarroupilha – Auxiliar – Data da prova: 19/11/2016

Fiocruz – Auxiliar – Data da prova: 20/11/2016

UFES – Bibliotecário – Data da prova: 20/11/2016

IFMT – Bibliotecário/Auxiliar – Data da prova: 20/11/2016

UFSB – Bibliotecário – Data da prova: 20/11/2016

UFOPA – Bibliotecário – Data da prova: 20/11/2016

IFPA – Bibliotecário – Data da prova: 27/11/2016

IFMA – Auxiliar – Data da prova: 11/12/2016

UFPE – Bibliotecário – Data da prova: 11/12/2016

IF Sertão-PE – Bibliotecário – Data da prova: 18/12/2016

IFRJ – Bibliotecário – Data da prova: 29/01/2017

IFF – RJ – Bibliotecário – Data da prova: 12/02/2017

UFG – Bibliotecário – Data da prova: 05/03/2017

UFBA – Bibliotecário – Data da prova: 02/04/2017

SEM DATA DEFINIDA PARA PROVA:

IFCE – Biblbiotecário –

IFAC – Bibliotecário –

 

Ranganathan não faz milagre, estudar sim!

Thalita Gama